Este é um modelo de sucessão biológica levando a um climax do ecossistema. Em um campo descampado um pouco de grama e ervas crescem produzindo uma pequena quantidade de biomassa (B). Em outras estações gramas mais altas e arbustos substituem esses e depois árvores pequenas e mais pra frente árvores maiores. O crescimento dessa biomassa depende fontes de energia renováveis externas (I) mas também da diversidade (D), o número de espécies diferentes de plantas e animais. Conforme a quantidade de biomassa aumenta, ela fornece nichos de pequenas árvores de fora para aumentar a diversidade. Quanto maior a diversidade maior a produtividade. Isto aumenta a biomassa. Os números no programa deste modelo eram de uma floresta tropical em Porto Rico.
Neste modelo a diversidade é o número de espécies por 1000 organismos individuais. O número de espécies (D) é o balanço entre a evolução de novas espécies e sua germinação e aquelas perdidas por extinção local. Quanto mais biomassa e maior diversidade existem em um sistema mais produtividade é requerida para mantê-los. Neste modelo a energia extra necessitada para suportar a diversidade é indicada pelos drenos quadráticos do depósito de biomassa (K5*D*D).
Por exemplo, na floresta tropical há muitas espécies de rãs. Foi necessário que eles usassem a energia extra para desenvolver diferentes cores, habitats, coachados, e rituais de acasalamentos para tornarssem hábeis a ocupar nichos diferentes e sobreviverem juntas. Entretanto, a diversidade aumenta a divisão de trabalho e melhora a eficiência. Depreciação e respiração da biomassa são indicados pelo caminho K6*B.
Geralmente ecossistemas complexos são usados por humanos que colheram a produção de um campo de madeira ou vida selvagem. A produção no sistema é K4*B. No exemplo da floresta tropical, isto foi o corte e remoção de árvores selecionadas sem o corte limpo. As variedades de plantas e animais dependem do clima, I, o que inclui sol, chuva, vento, maré, temperatura e mudanças de estações.
O gráfico de simulação mostra o crescimento da produtividade, biomassa e diversidade. Produção bruta (PG), a qual é proporcional as fontes de energia externas (I), aumenta com a biomassa e diversidade e níveis rapidamente. A produção líquida (DB) é o crescimento da biomassa menos sua respiração e uso para diversidade. A princípio a maioria da produção bruta é ganho líquido indo para a biomassa. Quando a produção bruta não está mais aumentando, a produção líquida diminui conforme a produção vai para manutenção. Biomassa e diversidade ambas nivelam para o balanceamento.
Exemplos de sistemas de sucessão e climax
Ecossistemas com espécies similares de plantas e animais são encontradas em zonas de climas similares. Os maiores tipos de ecossistemas com seus organismos típicos são chamados biomas. O climax das espécies em um bioma de solo é a grama; em recifes de coral é o coral; na tundra gramas especiais e ervas desenvolvem e podem viver em um pequeno período de cresciemnto e solo permanentemente congelado. Diferentes espécies ocupam o mesmo nicho em áreas diferentes. Como exemplo nós temos os grandes herbívoros na tundra, o caribú vive na tundra na América do Norte e a rena no mesmo nicho na tundra do norte europeu.
As civilizações humanas também passam por sucessão e climax. Eles começam com poucas pessoas na área; a população cresce conforme a economia cresce. Finalmente, pelo menos por algum tempo, a cultura pode chegar a um estado de climax de equilíbrio com a grande diversidade. Negócios podem passar por estágios de crescimento (sucessão) e em seguida, caso eles sobrevivam, eles podem chegar a um equilíbrio (climax).
Problemas experimentais "E se"
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FOR SCIENCE AND SOCIAL STUDIES
Howard T. Odum* and Elisabeth C. Odum+
* Dept. of Environmental Engineering Sciences, UF
+ Santa Fe Community College, Gainesville
Center for Environmental Policy, 424 Black Hall
University of Florida, Gainesville, FL, 32611
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Laboratório de Engenharia Ecológica e Informática Aplicada - LEIA - Unicamp
Enrique Ortega
Mileine Furlanetti de Lima Zanghetin
Liana Barbudo Carrasco
Campinas, SP, 14 de setembro de 2007