Portal Unicamp https://unicamp.br/ Conteúdo institucional Fri, 16 Jan 2026 20:12:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://unicamp.br/wp-content/uploads/sites/33/2024/03/cropped-logo_unicamp_512-32x32.png Portal Unicamp https://unicamp.br/ 32 32 Unicamp conquista nota máxima em 54,4% dos cursos de pós-graduação em avaliação quadrienal da Capes  https://unicamp.br/noticias/2026/01/15/unicamp-conquista-nota-maxima-em-544-dos-cursos-de-pos-graduacao-em-avaliacao-quadrienal-da-capes/ Thu, 15 Jan 2026 16:58:39 +0000 https://unicamp.br/?p=22392 Em resultado preliminar, divulgado nesta semana, 41 dos 84 programas avaliados foram classificados com notas 6 ou 7

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A Unicamp comemora o resultado preliminar da Avaliação Quadrienal da Pós-Graduação, realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que indica que 54,4% dos programas acadêmicos da Universidade conquistaram o conceito máximo de excelência. Na parcial, divulgada nesta semana, dos 84 programas de pós-graduação (PPGs) avaliados, 41 foram classificados com notas 6 ou 7 (as notas vão de 1 a 7). Além disso, 43 PPGs estão nos níveis 5, 6 e 7. 

Com a inclusão dos programas que obtiveram nota 5, a Unicamp se destaca em excelência em 79,7% de seu sistema de pós-graduação. 

A divulgação final da avaliação será realizada no dia 29 de maio. De acordo com o calendário Capes, os pedidos de reconsideração poderão ser formulados e entregues até 11 de fevereiro. Por isso, os resultados poderão ser ainda melhores, evidenciando a importância da Unicamp no contexto nacional da pós-graduação.

O Sistema de Avaliação da Capes é estruturado em dois processos complementares, que acompanham, ao longo de quatro anos, os cursos de mestrado e doutorado, acadêmicos e profissionais, considerando tanto a entrada quanto a permanência e o desempenho dos programas. A avaliação segue critérios e quesitos previamente estabelecidos e abrange 50 áreas do conhecimento.

As instituições de ensino superior enviam, anualmente, informações por meio do aplicativo Coleta de Dados, que são consolidadas pelo corpo técnico da Capes. As propostas dos programas de pós-graduação são analisadas por comissões de especialistas, que elaboram relatórios e atribuem as notas a cada curso. 

Em etapa posterior, relatores avaliam os pareceres emitidos e definem a recomendação dos cursos e a nota final, que é encaminhada ao Ministério da Educação para aprovação e renovação do reconhecimento.

Foto de capa:

A avaliação segue critérios e quesitos previamente estabelecidos e abrange 50 áreas do conhecimento
A avaliação segue critérios e quesitos previamente estabelecidos e abrange 50 áreas do conhecimento

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Editora da Unicamp selecionará até dez livros sobre inovação entre pesquisas recentes https://unicamp.br/noticias/2026/01/14/editora-da-unicamp-selecionara-ate-dez-livros-sobre-inovacao-entre-pesquisas-recentes/ Wed, 14 Jan 2026 18:04:45 +0000 https://unicamp.br/?p=22375 Edital lançado no contexto dos 60 anos da Universidade prevê publicação de textos originais produzidos nos últimos três anos

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O edital “Pesquisa de Inovação Tecnológica, Cultural e Social da Unicamp (2025–2026)” selecionará até dez propostas de livros originais derivados de pesquisas desenvolvidas na Unicamp nos últimos três anos. A iniciativa é da Editora da Unicamp, em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP), e as obras selecionadas serão publicadas a partir de 2027. “A ideia do edital tomou forma no contexto dos projetos da Editora para a celebração dos 60 anos da Unicamp, que envolve editais, novas séries temáticas e um livro sobre a trajetória da Universidade”, conta Edwiges Maria Morato, diretora da Editora da Unicamp.

“Nossa expectativa é que a comunidade universitária se engaje e apresente suas propostas de publicação no âmbito do edital e que isso viabilize uma nova série temática. Tal como estamos fazendo, essa ação editorial é inovadora”, destaca a diretora. “Por meio dela, ampliamos nosso catálogo e prospectamos obras cujas temáticas encontram-se na agenda da ciência do século 21, mas que ainda são escassas ou inexistentes em nosso catálogo.”

A diretora da Editora da Unicamp, Edwiges Maria Morato: ação editorial é inovadora
A diretora da Editora da Unicamp, Edwiges Maria Morato: ação editorial é inovadora

Segundo Morato, o objetivo é estimular a divulgação científica, tecnológica, cultural e social com obras monográficas ou coletâneas que expressem a produção intelectual da instituição em todas as áreas do conhecimento. “Pretendemos, com isso, ampliar e qualificar o acervo editorial da Unicamp, contemplando obras que atendam às demandas da comunidade universitária, contribuam para a formação de estudantes de graduação e pós-graduação e promovam a inovação tecnológica, cultural e social, com impacto significativo na sociedade”, afirma. “Uma segunda expectativa é que a publicação de livros voltados para a inovação pela Editora da Unicamp, uma das maiores e mais reputadas editoras universitárias do Brasil, possa ampliar o alcance de leitores em geral interessados na relação entre a universidade e os mais diferentes setores da sociedade.”

“Considerando a admirável produção científica da Unicamp em diversas áreas do conhecimento, desenvolvida em boa parte com apoio de agências de fomento e com setores públicos e privados nacionais e internacionais, a ideia é celebrar essa interação com a publicação de até dez obras identificadas como inovação, em torno de temas como saúde, energia, agricultura, tecnologia assistiva, arte, educação, sustentabilidade, políticas públicas, comunicação, inclusão social”, explica Morato. 

A diretora ressalta que os números exibidos pela Unicamp em relação à produção e ao impacto social e tecnológico de suas pesquisas são extraordinários. “O edital em andamento, bem como as novas séries temáticas a serem produzidas por ocasião da celebração dos 60 anos da Unicamp procuram dar a essa comemoração um sentido muito próprio às universidades públicas: o compartilhamento do que é produzido pela Universidade com a sociedade.”

A iniciativa é da Editora da Unicamp, em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP); celebração dos 60 anos da Universidade
A iniciativa é da Editora da Unicamp, em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP); celebração dos 60 anos da Universidade

As parcerias com outras instâncias da Universidade têm sido muito importantes para as ações editoriais, ressalta a diretora. “Como um dos entes da Universidade, a Editora procura alinhar iniciativas institucionais e mobilizar seu catálogo de forma inovadora.” Vale destacar que a Editora tem mantido e ampliado parcerias institucionais internas, como as séries “Redações do Vestibular Unicamp”, desenvolvida com a Comissão do Vestibular (Comvest), “Clássicos da literatura brasileira”, uma série bilíngue em parceria com a Diretoria de relações Internacionais (Deri), e “Clássicos da literatura chinesa e brasileira”, também bilíngue, com o Instituto Confúcio.

“Os editais promovidos em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura (Proeec) se encaixam nesse conjunto de propósitos. Como resultado do primeiro edital, lançamos em 2025 a série ‘Extensão Universitária’, cujo objetivo foi extroverter, por meio da edição acadêmica, as ações extensionistas da Unicamp. A segunda edição deste edital foi lançada em 2025, com previsão de lançamento de novas obras desta série em 2026”, afirma. Para Morato, a produção de livros de caráter extensionista pela Editora da Unicamp é “um tanto pioneira”.

Acesse os livros da Série “Extensão Universitária”.  

Inscrições até 30 de junho

O edital “Pesquisa de Inovação Tecnológica, Cultural e Social da Unicamp (2025–2026)” é voltado a docentes ativos e aposentados, além de pesquisadores doutores do quadro funcional da Unicamp, cujas pesquisas tenham sido concluídas entre 2022 e 2025, com financiamento comprovado de instituições públicas ou privadas. As inscrições devem ser realizadas até 30 de junho de 2026, exclusivamente pelo Sistema de Tramitação de Obras da Editora da Unicamp (Sito).

No ato da submissão, os proponentes devem encaminhar a versão final da obra, seguindo os padrões editoriais da Editora, além de documentação que comprove a conclusão da pesquisa. Não serão aceitos originais no formato de teses, dissertações, relatórios, artigos já publicados, traduções, reedições, obras literárias ou textos em versão preliminar.

A seleção será feita em múltiplas etapas: inicialmente, uma comissão editorial formada por representantes da PRP e da Editora da Unicamp fará uma triagem das propostas; em seguida, os originais habilitados serão avaliados pelo Conselho Editorial da Editora e submetidos à análise de mérito, a partir de critérios como originalidade, relevância, correção e viabilidade técnica. O resultado está previsto para 3 de dezembro de 2026.

As obras selecionadas poderão ser publicadas em formato impresso e/ou digital, em português e/ou inglês, a critério da Editora da Unicamp. Os autores receberão 10% de direitos autorais sobre o preço de venda das obras.

De acordo com o regulamento, pesquisadores de outras instituições podem participar como autores ou organizadores, desde que ao menos um docente ou pesquisador doutor da Unicamp integre a autoria ou organização da obra. No caso de coletâneas, cada capítulo deve contar com pelo menos um autor com título de doutor.

Mais informações pelo e-mail secretaria@editora.unicamp.br.

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Prova de Redação do Vestibular Indígena propõe temas sobre inteligência artificial https://unicamp.br/noticias/2026/01/12/prova-de-redacao-do-vestibular-indigena-propoe-temas-sobre-inteligencia-artificial/ Mon, 12 Jan 2026 19:11:59 +0000 https://unicamp.br/?p=22333 Exame aconteceu no último domingo, 11 de janeiro, em cinco cidades; a lista de aprovados em primeira chamada será divulgada no dia 2 de fevereiro

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A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) aplicou, no último domingo, 11 de janeiro, a prova do Vestibular Indígena 2026, unificado entre Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Unicamp. No total, 1.098 estudantes realizaram a prova, que foi aplicada em cinco cidades do país: Campinas (SP), Recife (PE), Santarém (PA), São Gabriel da Cachoeira (AM) e Tabatinga (AM). A Comvest registrou uma ligeira queda nos índices de abstenção em relação à edição anterior, que diminuiu de 46,8% para 46,1% no Vestibular 2026. Dos 2.037 inscritos, 941 não compareceram para realizar a prova. O menor índice de ausentes foi registrado na cidade de São Gabriel da Cachoeira, com a abstenção de 40,5%, abaixo da média geral. Em Campinas, realizaram a prova 137 candidatos (abstenção de 51,8%). Na página da Comvest, é possível consultar a tabela com os índices de todas as cidades, além da prova aplicada e do gabarito das questões.

O exame foi composto de 50 questões de múltipla escolha, da seguinte maneira: linguagens e códigos (14 questões); ciências da natureza (12 questões); matemática (12 questões); ciências humanas (12 questões); e de uma redação. A prova de Redação trouxe duas propostas para que os estudantes escolhessem uma delas a ser realizada, ambas envolvendo uma reflexão sobre inteligência artificial. A primeira proposta pedia aos candidatos que elaborassem um manifesto reivindicando a participação indígena no desenvolvimento de uma IA generativa. Já a segunda solicitava que os estudantes escrevessem um relato em seu diário de campo como um(a) jovem envolvido(a) em um projeto de pesquisa para a construção de uma IA voltada à preservação de uma língua indígena.

A estudante Bruna Cardoso, de 19 anos, viajou um dia inteiro de barco, saindo do município amazonense de Barcelos, para prestar o vestibular em São Gabriel da Cachoeira. Para ela, ser aprovada na Unicamp é um desafio e ao mesmo tempo um sonho. “Me preparei bastante para a prova e estava até esperando que fosse cobrado um tema atual como esse para a redação. Eu imaginei algo relacionado ao clima e desmatamento ou exatamente alguma coisa envolvendo IA.” A estudante está prestando o vestibular para dois cursos da área da saúde: Enfermagem e Nutrição.

O diretor da Comvest, José Alves de Feitas Neto, esteve pela primeira vez em São Gabriel da Cachoeira, local que registrou o maior número de inscritos na edição deste ano do Vestibular Indígena. Após visitar comunidades indígenas, escolas e locais em que a Unicamp aplica as provas, Alves comentou sobre os desafios do exame. “Quando o Vestibular Indígena foi criado, uma das preocupações da Unicamp era chegar a localidades em que outras universidades não realizavam a prova. São Gabriel da Cachoeira era um desses locais. Nesse sentido, minha primeira vez aqui é uma oportunidade única de dialogar com estudantes e professores, ouvir um pouco das demandas a partir da realidade dos estudantes daqui e entender os desafios do ponto de vista da ampliação do acesso à prova e das parcerias que eventualmente possam ser estabelecidas nesse sentido”, disse.

Para organizar os exames fora do estado de São Paulo, a Comvest conta com a estrutura de escolas e universidades locais, das quais utiliza os espaços físicos, além de fazer parecerias com as equipes para a aplicação das provas. Em alguns lugares, muitas pessoas que trabalham na realização do exame são os próprios alunos da Unicamp que se encontram de férias nas suas cidades, como é o caso de São Gabriel da Cachoeira. Boa parte das equipes que trabalharam nas duas escolas utilizadas para aplicação da prova do Vestibular Indígena 2026 foi formada por estudantes de diferentes cursos da Unicamp. Nalberth Barreto, da etnia Baré, aluno do curso de Licenciatura em História, é natural de São Gabriel da Cachoeira e atuou pela terceira vez no exame.

“É gratificante estar aqui porque há quatro anos eu estava prestando vestibular e consegui passar apenas com uma mala e um sonho. Atravessei praticamente um continente para chegar a Campinas. Estar aqui hoje me faz lembrar do quanto foi difícil e do quanto as coisas mudaram, pois vamos para a universidade não apenas para fazer uma graduação, mas para ampliar nosso conhecimento, com muitas oportunidades. Hoje tenho outra visão para trazer à minha comunidade e espero que essa geração que está prestando o vestibular indígena traga novos debates e novas perspectivas para a universidade”, comentou Nalberth.

Divulgação dos aprovados

A Comvest irá divulgar a primeira chamada de convocados para matrícula no dia 2 de fevereiro de 2026, em sua página eletrônica. A matrícula dos convocados nessa chamada deverá ser realizada de maneira online, das 9h de 3 de fevereiro às 17h de 4 de fevereiro, pela internet, na página da Comvest. A segunda chamada será divulgada em 9 de fevereiro. Estão previstas até cinco chamadas. 

Na UFSCar, essa é a 19ª edição da modalidade de ingresso para estudantes indígenas, e na Unicamp, a oitava. A Unicamp oferece 130 vagas, distribuídas em todos os cursos da Universidade, e a UFSCar oferece até duas vagas por curso em 65 opções de graduação.

Lançamento ocorreu em 9 de janeiro no espaço cultural Maloca dos Saberes
Lançamento do livro “Redações 2026” ocorreu em 9 de janeiro no espaço cultural Maloca dos Saberes

Livro ‘Redações 2026’ lançado no Amazonas

Além da aplicação da prova do Vestibular Indígena 2026, outra atividade realizada pela equipe da Comvest em São Gabriel da Cachoeira foi o lançamento do livro que reúne as melhores redações do Vestibular Unicamp e do Vestibular Indígena. Publicada pela Editora da Unicamp em parceria com a Comvest, a obra inclui textos da última edição do exame, selecionados e organizados por professores da Unicamp.

O evento aconteceu em 9 de janeiro, no espaço cultural Maloca dos Saberes, da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), e reuniu dezenas de estudantes e professores da região. O diretor da Comvest fez a entrega de alguns exemplares para que fiquem nas bibliotecas das escolas do município e das comunidades indígenas ribeirinhas. Uma das estudantes presentes, Nayra Stephany Cardoso, de 18 anos, contou que chegou cedo ao evento para conseguir um exemplar do livro. “Estou prestando o vestibular indígena e fiquei sabendo da entrega de exemplares. Como queria muito um livro, cheguei cedo para garantir o meu. Estou tentando entrar no curso de Artes Cênicas e espero conseguir passar na Unicamp”, disse a vestibulanda.

Foto de capa:

Vestibular Indígena aconteceu no último domingo, dia 11 de janeiro
No total, 1.098 estudantes realizaram a prova, que foi aplicada em cinco cidades do país

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Biblioteca de Obras Raras celebra os dez anos da coleção Fausto Castilho https://unicamp.br/noticias/2026/01/09/biblioteca-de-obras-raras-celebra-os-dez-anos-da-colecao-fausto-castilho/ Fri, 09 Jan 2026 14:06:02 +0000 https://unicamp.br/?p=22279 Acervo do filósofo reúne 11 mil livros, disponíveis na Bora para consulta e pesquisa

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fausto castilho
O acervo de cerca de 11 mil volumes foi classificado e catalogado por temas, trabalho que se estendeu de 2016 a 2022

Há dez anos, a coleção de livros e documentos do filósofo, professor e tradutor Fausto Castilho (1929-2015) ganhou um espaço dedicado na Biblioteca de Obras Raras (Bora) da Unicamp, que leva seu nome. O acervo de 11 mil volumes passou por higienização página a página e foi classificado e catalogado por temas, trabalho que se estendeu de 2016 a 2022. Hoje, a coleção, que ocupa uma área do térreo da biblioteca, atrai pesquisadores do Brasil e do exterior em busca de suas preciosidades.

A bibliotecária da Bora Isabella Nascimento Pereira, que fez parte da comissão que recebeu a coleção, conta que os volumes estão dispostos nas estantes originais que pertenciam a Castilho. Há, ainda, sua escrivaninha e um acervo de documentos e fotografias. “Fausto Castilho negociou a doação do acervo em vida, o que não é muito comum. Os livros estavam dispostos a partir de sua organização pessoal e nossa primeira ação foi fazer uma listagem de tudo, o que ele não tinha”, completa. 

O filósofo Alexandre Guimarães Tadeu de Soares, que foi seu aluno na Unicamp e hoje é o presidente executivo da Fundação Fausto Castilho, cuja presidente de honra é a sua viúva, Carmen Castilho, destaca que a visita ao acervo é prazerosa e formativa. “O caminho depende muito da formação de cada pessoa, mas uma boa porta de entrada é a própria coleção editorial, que oferece um roteiro do pensamento do autor. A visita à biblioteca é marcada pelo encontro com livros que nos chamam, nos convocam e nos levam a descobertas”, afirma. 

fausto castilho
Bibliotecária Isabella Nascimento Pereira

Para Soares, é importante que o visitante deixe-se surpreender pelos livros, pelas estantes e pelos encontros inesperados. “Essa experiência, quase mágica, de descoberta é algo que só uma biblioteca física pode proporcionar. A coleção tem um núcleo forte em filosofia, mas também reúne obras fundamentais das humanidades”, acrescenta.

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Desenho de Fausto Castilho que deu origem ao traçado do campus de Campinas da Unicamp
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Escritório de Fausto Castilho
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Biblioteca instalada na Unicamp: Fausto Castilho negociou a doação do acervo em vida, o que não é comum

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Vestibular indígena Unicamp/UFSCar será aplicado em cinco cidades do país https://unicamp.br/noticias/2026/01/08/vestibular-indigena-unicamp-ufscar-sera-aplicado-em-cinco-cidades-do-pais/ Thu, 08 Jan 2026 18:19:07 +0000 https://unicamp.br/?p=22251 São esperados 2.037 candidatos; duração da prova é de quatro horas

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Vestibular indígena 2026
Estudantes durante prova do vestibular indígena de 2025: prova deste ano terá redação e 50 questões de múltipla escolha

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) vai aplicar, neste domingo (11), a prova do Vestibular Indígena Unificado entre Unicamp e UFSCar. O exame será realizado em cinco cidades: Campinas (SP), Recife (PE), Santarém (PA), São Gabriel da Cachoeira (AM) e Tabatinga (AM).

A prova terá início às 13 horas, devendo ser considerado o horário local. Estão inscritos 2.037 candidatos, de diferentes etnias e regiões do Brasil. A prova será em língua portuguesa, composta de uma redação e 50 questões de múltipla escolha, distribuídas da seguinte maneira: Linguagens e códigos (14 questões); Ciências da Natureza (12 questões); Matemática (12 questões); Ciências Humanas (12 questões).

A Comvest orienta os candidatos a chegarem com antecedência, pois o acesso aos locais de prova será permitido somente até 13 horas, impreterivelmente. A duração da prova é de quatro horas. Os locais de prova e a consulta específica por candidato(a) estão disponíveis na página https://www.comvest.unicamp.br/ingresso-2026/vestibular-indigena-2026/.

O que levar

O candidato deverá levar o original do documento de identidade indicado na inscrição, caneta de cor preta em material transparente, lápis preto e borracha. O candidato poderá usar relógio analógico para controlar o tempo. É vedada a utilização de aparelhos celulares ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivos de qualquer tipo, lapiseira, caneta marca-texto, bandana/lenço, boné, chapéu ou outros materiais estranhos à prova. Os candidatos poderão tomar água e sucos na sala e consumir alimentos leves.

Importante: Os candidatos deverão comprovar que pertencem a uma das etnias indígenas do território brasileiro por meio da documentação especificada no Edital, a ser entregue no dia da prova. Estudantes indígenas ingressantes pelo Vestibular Indígena Unicamp 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 ou 2025 devidamente matriculados(as) estão dispensados(as) da apresentação da documentação.

Aprovados

A Comvest irá divulgar a primeira chamada de convocados para matrícula no dia 2 de fevereiro de 2026, em sua página eletrônica. A matrícula dos convocados nesta chamada deverá ser realizada de maneira online, das 9h do dia 3 de fevereiro até 17h do dia 4 de fevereiro, pela internet, na página da Comvest. A segunda chamada será divulgada no dia 9 de fevereiro, para matrícula no dia 10 de fevereiro. Estão previstas até cinco chamadas.

Na UFSCar, esta é a 19ª edição da modalidade de ingresso para estudantes indígenas e, na Unicamp, a 8ª. São oferecidas 130 vagas na Unicamp, distribuídas em todos os cursos da Universidade, e outras 65 na UFSCar.

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vestibular indígena 2025
Estudantes durante prova realizada na Unicamp em 2025

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Ciência e Arte nas Férias 2026 reúne 124 estudantes da região para atividades na Unicamp https://unicamp.br/noticias/2026/01/08/ciencia-e-arte-nas-ferias-2026-reune-124-estudantes-da-regiao-para-atividades-na-unicamp/ Thu, 08 Jan 2026 18:17:14 +0000 https://unicamp.br/?p=22261 Até 28 de janeiro, jovens estarão envolvidos em 31 projetos de pesquisa e 12 oficinas práticas nas diferentes áreas do conhecimento

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O professor Giuliano Zugliani (de boné), do IMECC, coordena o projeto “Laboratório de Matemática: construindo objetos e jogos”.

A 22ª edição do Ciência e Arte nas Férias (CAF 2026) começou nessa quarta-feira (7) e conta com a participação de 124 estudantes do ensino médio de 33 escolas públicas de Campinas, Valinhos, Vinhedo, Jaguariúna, Limeira e Piracicaba. Esta quinta-feira (8) marca o início dos projetos de pesquisa, que resultarão na apresentação de um pôster no encerramento do projeto, em 28 de janeiro.

De 7 a 28 de janeiro, os estudantes estarão envolvidos em 31 projetos de pesquisa e participarão de 12 oficinas práticas em diferentes áreas do conhecimento. “Os projetos são pesquisas curtas que serão apresentadas pelos jovens no formato de pôster no encerramento do programa. As oficinas são atividades mais ‘mão na massa’: eles participam em grupo, vão para laboratórios, são atividades mais dinâmicas”, explicou a supervisora do CAF, Mirian Marcançola.

O objetivo é promover o contato dos alunos com a vida acadêmica, o método científico e a Unicamp. Além disso, visa despertar jovens talentos para a pesquisa científica e atividades artísticas, ao envolvê-los desde cedo em atividades práticas relacionadas aos desafios atuais da ciência.

“Os alunos vêm para a Unicamp para aprender de forma prática. Eles visitam laboratórios e conhecem professores e alunos de graduação, e aí conseguem tomar uma decisão sobre o que gostam ou não [em relação aos cursos superiores]. Nossa expectativa é que eles voltem como alunos da Universidade”, afirmou Marcançola.

Aprender matemática de forma lúdica

Nesta quinta-feira (8), os grupos (formados por quatro alunos cada um) conheceram os professores orientadores e monitores responsáveis por cada projeto de pesquisa. O docente Giuliano Zugliani coordena, no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC), o projeto “Laboratório de Matemática: construindo objetos e jogos”.

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Atividades lúdicas que estimulam a a busca pelo conhecimento cientifica

“Achamos que, com atividades um pouco mais lúdicas, eles tendem a ver a pesquisa em matemática de uma maneira diferente, e da maneira como ela é de verdade”, disse o docente, apoiado pelos monitores Isabelli Ferreira, Clayton Alves e Maísa Richieri.

Uma das propostas do primeiro dia de projeto foi a apresentação do Teorema das Quatro Cores, que diz que qualquer mapa pode ser colorido com quatro cores, de modo que dois países que fazem fronteira não tenham a mesma cor. “É um teorema muito difícil de ser demonstrado, mas que não impede que ele seja entendido em uma atividade.”

Guilherme de Freitas, Kemily Martins e Beatriz Siqueira são estudantes de instituições de Valinhos que escolheram participar desse projeto de pesquisa. Junto com Ruan Araújo, aluno de Campinas, eles compartilham o interesse em aprofundar seus conhecimentos matemáticos.

Os jovens destacam a oportunidade de aproveitar o período de férias de forma produtiva. “Acho que vai ser muito proveitoso, porque não vamos usar o mesmo método da escola”, disse Martins.

Esse é o segundo ano consecutivo que Freitas participa do CAF. “Ano passado, participei do projeto de xilogravura, achei bem legal.”

Siqueira contou que tem afinidade com o estudo da geometria. “Espero que esse projeto me ajude a entender outras partes da matemática e expandir meu conhecimento”, disse. Essa também é a expectativa de Araújo, que tem participado das Olimpíadas de Matemática do Estado de São Paulo (OMASP).

Xilogravura na prática

Outro projeto de pesquisa, coordenado pelo professor do Instituto de Artes (IA) Fernando Broggiato é o “Xiii… O quê? Ah, gravura em madeira!”, focado no aprendizado prático da xilogravura (em que as imagens são feitas na madeira e impressas no papel).

“É uma introdução das alunas ao IA, ao ambiente de um ateliê de gravura e à prática artística. Vai ser uma atividade em que elas poderão fazer sua própria produção”, contou Broggiato, auxiliado pelos monitores Isabelle Germano, Vinicius Egidio e Danilo Perillo.

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Grupo desenvolve pesquisa em xilogravura

O grupo desse projeto é composto por quatro alunas. Sabrina de Oliveira e Lívia Souza cursam o  2º ano do Ensino Médio em escolas campineiras. Conforme Oliveira, que pretende estudar no IA no futuro, o projeto de pesquisa é uma oportunidade de descobrir novos interesses dentro das artes. “Eu achei o projeto muito interessante e diferente, eu nunca tinha visto em outro lugar.”

Souza disse ter interesse especial nas artes plásticas e está curiosa para saber mais sobre a xilogravura. “Eu gosto muito das áreas de humanas também, então quero muito participar das oficinas de geopolítica e de sociologia”, contou.

FOTO DE CAPA

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Estudantes no Centro de Convenções, na abertura do CAF 2026

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Deliberação dá mais autonomia às unidades no processo de seleção de novos docentes https://unicamp.br/noticias/2026/01/06/deliberacao-da-mais-autonomia-as-unidades-no-processo-de-selecao-de-novos-docentes/ Tue, 06 Jan 2026 19:09:41 +0000 https://unicamp.br/?p=22240 Mudanças nas normas gerais de concursos públicos pretendem agilizar os certames e atrair mais candidatos

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sala de aula professores
Nova regulamentação apresenta inovações e permite adoção de ações mais inclusivas

Inovações promovidas nas normas gerais dos concursos públicos para o cargo de Professor Doutor da Carreira do Magistério Superior (MS-3) da Unicamp, realizadas em 2025, prometem agilizar e facilitar a seleção de novos docentes, dando autonomia às unidades de ensino para definição dos critérios de seleção de seus professores. 

As mudanças entraram em vigor a partir da publicação da Deliberação 4/2025, que revogou a norma anterior (Deliberação 30/2013). Desde setembro, a Universidade já conta com 45 concursos em andamento que seguem a nova normativa, com mais de 900 inscritos. 

As novidades contemplam inscrições mais inclusivas, permitindo a identificação de pessoa com deficiência, o uso do nome social e condições especiais para provas. Além disso, institui novas fases recursais nos quatro momentos do concurso – inscrição, comissão julgadora, resultado eliminatório e resultado final.

Entre as mudanças, destaca-se  a flexibilidade das provas. Dentre as cinco obrigatórias (escrita, títulos, análise do plano de trabalho, arguição e didática) e uma facultativa (específica), cada unidade de ensino tem autonomia para decidir quais são eliminatórias, além de outros critérios (como desempate e formato da prova escrita).

Os requisitos definidos por cada unidade foram aprovados pela Câmara de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). “A deliberação anterior, de 2013, não previa uma série de situações. As provas eram rígidas, todas tinham que ser feitas da mesma forma. A nova deliberação prevê autonomia nos critérios de avaliação, de modo a atender o perfil profissional buscado pelas unidades”, destacou a secretária- geral da Unicamp, Ângela Bignami.

O novo edital geral permite, ainda, organizar as etapas do certame de maneira a evitar muitos deslocamentos dos candidatos até os campi, agilizando os processos e tornando a seleção mais atrativa para profissionais qualificados, inclusive estrangeiros.

“A banca [avaliadora] só comparece para as provas presenciais, que são a didática e a arguição. As demais provas podem ser feitas antes, e apenas os primeiros classificados seguem para a segunda fase”, explicou Bignami.

A partir de agora, a Secretaria- Geral publica um anúncio resumido do concurso em inglês, o que permite a divulgação para interessados no exterior. Um Manual de Orientações e uma seção de perguntas e respostas FAQ foram disponibilizados para esclarecimento de dúvidas sobre as mudanças.  

Novo sistema

A secretária- geral ressaltou, entre as novidades, a criação de um novo sistema informatizado para abrigar os dados dos concursos — desde as inscrições, até informações sobre provas e correções —, realizado em parceria com a Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação (DETIC). 

O novo software foi integrado ao sistema SIGAD-Unicamp — que arquiva toda a documentação referente aos concursos públicos — de modo a facilitar o trabalho dos setores envolvidos. 

O desenvolvimento teve apoio da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que disponibilizou o código de um sistema próprio, que passou por alterações e adaptações para implementação na Unicamp. 

Inicialmente, a nova ferramenta engloba apenas o ingresso na Carreira do Magistério Superior, mas a ideia é expandir para outros certames futuramente. Dois manuais (um para o administrador e outro para o candidato) podem ser consultados para auxiliar na utilização do sistema.

À medida que os concursos atuais avançam, novas adaptações estão sendo feitas, tanto no edital quanto no sistema informatizado. “São inúmeras as situações que podem ocorrer. Quando encerrarmos os primeiros dez a quinze concursos, acredito que tudo já estará mais ajustado ”, afirmou Bignami.

Também está em adequação a previsão, nos concursos, de cotas para pretos e pardos, que deve entrar em vigor em 2026.

Um evento realizado em 1º de dezembro, celebrou a conclusão do trabalho, iniciado em 2023, e teve como propósito agradecer a participação dos diferentes órgãos da Universidade envolvidos: Secretaria- Geral, DETIC, Diretoria Geral de Recursos Humanos (DGRH), Procuradoria- Geral e Arquivo Central do Sistema de Arquivos (SIARQ), e convidados da Unesp.

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Unicamp prorroga inscrições para as vagas olímpicas 2026 https://unicamp.br/noticias/2026/01/06/unicamp-prorroga-inscricoes-para-as-vagas-olimpiadas-2026-ate-12-de-janeiro/ Tue, 06 Jan 2026 14:03:36 +0000 https://unicamp.br/?p=22215 A novidade é o oferecimento de vagas para o curso de Nutrição. As inscrições devem ser feitas na página da Comvest

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vagas olímpicas 2026
Nesta edição houve a inclusão do curso de Nutrição, que passou a oferecer duas vagas

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) irá prorrogar as inscrições gratuitas para o processo Vagas Olímpicas Unicamp 2026 até o próximo dia 12 de janeiro (às 17 horas). São oferecidas 133 vagas, em 37 opções de cursos. Nesta edição, houve a inclusão do curso de Nutrição, no período integral, que passou a oferecer duas vagas. 

Podem se inscrever estudantes de escolas públicas e privadas, que sejam medalhistas ou tenham um ótimo desempenho em alguma(s) das 28 competições de conhecimento do ensino médio aceitas, que estão relacionadas no Edital do processo e na página eletrônica da Comvest: https://www.comvest.unicamp.br/ingresso-2026/vagas-olimpicas-2026.

Os candidatos podem se inscrever em até dois cursos (em 1ª e 2ª opção). As modalidades e respectivas pontuações exigidas pelos cursos, em cada competição, estão no Edital. 

Poderão se inscrever os premiados em olimpíadas ou outras competições de conhecimentos realizadas nos dois anos anteriores ao início do curso de graduação da Unicamp, ou seja, nos anos de 2024 e 2025. 

Dentre as competições aceitas, entre nacionais e internacionais, estão: Olimpíada Brasileira de Matemática, Olimpíada Brasileira de Física de Escola Pública, Olimpíada Nacional de Astronomia e Astronáutica, Olimpíada Brasileira de Biologia, Olimpíada Nacional de História do Brasil, Olimpíada Ibero-americana de Biologia, International Chemistry Olympiad, International Olympiad in Informatics, dentre outras. 

Além disso, duas novas olimpíadas foram incluídas nesta edição: OBC (Olimpíada Brasileira de Ciências) e PE (Paralimpíadas Escolares).

No momento da inscrição, os estudantes deverão anexar os documentos comprobatórios de sua premiação em olimpíadas ou outras competições de conhecimento. Os candidatos poderão anexar até, no máximo, dois documentos comprobatórios de premiação e/ou participação em olimpíada ou outra competição de conhecimento, ou seja, um para cada opção de curso.

Classificação

Em cada curso, os candidatos serão convocados por ordem decrescente da pontuação obtida na olimpíada ou competição de conhecimento, pelo curso em 1ª opção, conforme as regras do Edital. Havendo vagas não preenchidas, serão convocados por ordem decrescente os candidatos que optaram pelo curso como 2ª opção. A convocação para matrícula será feita em até cinco chamadas por curso e o calendário já está divulgado na página do processo.

As matrículas serão realizadas de maneira online, também na página da Comvest, seguindo as datas das chamadas do Vestibular 2026. A primeira chamada será divulgada no dia 23 de janeiro de 2026, para matrícula nos dias 26 e 27 de janeiro.

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Instituto de Artes lamenta morte do professor José Armando Valente https://unicamp.br/noticias/2026/01/05/instituto-de-artes-lamenta-morte-do-professor-jose-armando-valente/ Mon, 05 Jan 2026 12:48:16 +0000 https://unicamp.br/?p=22185 Foi pesquisador e coordenador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Unicamp

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O Instituto de Artes (IA) da Unicamp divulgou uma nota oficial, na qual lamenta a morte do professor José Armando Valente. Veja a íntegra da nota:

“Com pesar, o Instituto de Artes lamenta a perda, ocorrida no dia 28 de dezembro de 2025, do professor titular aposentado José Armando Valente do Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação.

Formado em Engenharia Mecânica pela USP, fez mestrado em Ciência da Computação na Unicamp em 1974. Em seguida, em 1979, finalizou seu mestrado Interdisciplinar de Ciência no MIT. A partir de então, suas pesquisas enfocaram as relações entre ensino-aprendizagem, tecnologias digitais e comunicação – como se vê em seu doutorado no MIT, sua livre docência e na sua titularidade – ambos na área de Educação e Tecnologia da Midialogia.

Professor José Armando Valente

Foi pesquisador e coordenador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Unicamp, professor colaborador da Pós-Graduação em Educação: currículo da PUCSP, entre 1996-2018, Membro do Comitê de Assessoramento de Educação/CNPq de 2011 a 2014.

No plano internacional, destacam-se, entre 2007-08, sua atuação  na UCL Knowlegde Lab em Londres, tendo sido também  Visiting Scholar no Lemann Center na Stanford University. Entre 2017 e 2018, foi pesquisador principal do projeto Sistemas Sócio-E-nativos, financiado pela Fapesp.

Desde 2020, colaborou com o Projeto Maker Culture: whats of making in local communities e desenvolvia a pesquisa BNCC e os cursos de licenciatura em computação. Foi contemplado em várias premiações. Pode-se mencionar: em 2002, recebeu a Ordem Nacional do Mérito Educativo pela Presidência da República Federativa do Brasil. Em 2009, o Jabuti. 

Em 2002 e 2016, o Zeferino Vaz pela sua universidade. Recentemente, foi laureado pela Comissão Especial de Informática da Sociedade Brasileira de Computação e o Lifetime Achievement Award FabLearn pela Columbia University. Sua agenda de pesquisa e formação foram partilhadas entre os  50 doutorados e 39 mestrados.

Colega estimado, deixa sua esposa e duas filhas – todas muito  amadas”.

Profa. Dra. Iara Lis Franco Schiavinatto – Professora Titular – Departamento de Multimeios, Midia e Comunicação do Instituto de Artes.

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Consu aprova projeto de autarquização da área da saúde da Unicamp https://unicamp.br/noticias/2025/12/18/consu-aprova-projeto-de-autarquizacao-da-area-da-saude-da-unicamp/ Thu, 18 Dec 2025 21:18:55 +0000 https://unicamp.br/?p=22172 Proposta, aprovada por 41 votos contra 34, será agora submetida ao governo do Estado

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Auatrauqiza
Sessão da última terça-feira (16), que foi retomada nesta quinta-feira (18), com a aprovação da autarquização

O Conselho Universitário (Consu) da Unicamp aprovou, nesta quinta-feira (18), em sessão virtual, a proposta de submissão ao governo do Estado de São Paulo do projeto de autarquização da área da saúde que prevê a expansão acadêmica da Universidade. 

A reunião foi realizada de forma remota em razão de invasões consecutivas à sala do Conselho, ocorridas nas duas sessões realizadas na terça-feira (16). 

Naquele dia, a reunião presencial foi interrompida pela invasão de grupos ligados ao movimento estudantil, por representantes do sindicato de servidores e por integrantes de movimentos sociais. Diante disso, acabou sendo suspensa. No período da tarde, uma nova reunião foi feita, desta vez de forma on-line, também interrompida por nova invasão dos manifestantes. 

Por conta disso, a Reitoria marcou uma nova reunião on-line para a tarde desta quinta-feira – que, mais uma vez, foi marcada por interrupções e protestos dos grupos contrários. Apesar disso, o encaminhamento da proposta ao governo foi colocado em votação e acabou aprovado por 41 votos favoráveis, 34 contrários e duas abstenções.

O reitor Paulo Cesar Montagner disse que a proposta de autarquização da área da saúde é essencial para o futuro da Universidade. “Nós não temos outra opção para financiamento do setor de saúde”, disse, pouco antes da votação. Depois de aprovada a proposta, os conselheiros passaram a discutir os pontos da minuta do projeto a ser encaminhado ao governo do Estado para implementação. A adoção do novo sistema também precisa ser aprovada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

De acordo com Montagner, a minuta a ser encaminhada ao governo do Estado terá seis pontos fundamentais. O atendimento será 100% SUS (Sistema Único de Saúde);  a garantia de que a Unicamp vai indicar os dirigentes da futura autarquia; prevê ainda que o orçamento da Unicamp não poderá ser afetado; e define, também, que o projeto de lei complementar que vai disciplinar o funcionamento do novo órgão terá de garantir os direitos dos funcionários da saúde. A Reitoria se comprometeu ainda a contratar docentes e a negociar com o governo a extensão dessas garantias para os funcionários da Funcamp (Fundação de Desenvolvimento da Unicamp).  

A proposta sugere um novo modelo de gestão para a área da saúde – que passaria a ser vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para fins orçamentários, mas permaneceria ligada à Universidade no campo do ensino, do treinamento de estudantes de cursos de graduação e pós-graduação e do aperfeiçoamento de médicos. 

Hoje, a Unicamp é responsável pelo custeio da área da saúde. Neste ano de 2025, os custos com o sistema deverão atingir aproximadamente R$ 1,1 bilhão. 

De acordo com o plano, a expansão – com a criação de novos cursos e abertura de novas vagas no vestibular – seria garantida pelos recursos que a Universidade deixaria de despender com o setor da saúde. 

O reitor disse que a proposta é uma saída viável para a retomada da capacidade de investimentos da Universidade. “Da forma como está, não temos mais como crescer”, afirma Montagner. “Este é um projeto de décadas. Um projeto de Estado. O que queremos é construir o futuro da Universidade”, explicou o reitor.

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