Portal Unicamp https://unicamp.br/ Conteúdo institucional Thu, 05 Feb 2026 18:26:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://unicamp.br/wp-content/uploads/sites/33/2024/03/cropped-logo_unicamp_512-32x32.png Portal Unicamp https://unicamp.br/ 32 32 Jornada dos colégios técnicos debate formação pedagógica https://unicamp.br/noticias/2026/02/04/jornada-dos-colegios-tecnicos-debate-formacao-pedagogica/ Wed, 04 Feb 2026 18:03:41 +0000 https://unicamp.br/?p=22672 Terceira edição do evento reúne 152 docentes do Cotuca e Cotil

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Começou nesta quarta-feira (4/2) no campus Barão Geraldo da Unicamp a terceira edição da Jornada de Formação Pedagógica dos Colégios Técnicos da Unicamp, que reúne professores do Colégio Técnico de Campinas (Cotuca) e do Colégio Técnico de Limeira (Cotil) para dois dias de troca de experiências em torno de temas como currículo, formação e integração institucional. O evento, promovido pela Diretoria Executiva de Educação Básica e Técnica (Deeduc) da Universidade, termina na quinta-feira (5/2) no campus de Limeira.

“Temos aproximadamente 3.500 alunos e 165 professores nos dois colégios. Para esta jornada, temos 152 professores inscritos, o que mostra uma adesão muito significativa”, afirma Cristiane Megid, diretora-executiva da Deeduc.

A diretora-executiva da Deeduc, Cristiane Megid: adesão muito significativa
A diretora-executiva da Deeduc, Cristiane Megid: adesão muito significativa

Megid destaca que a jornada nasceu em 2023, durante a reestruturação da Deeduc. “Formamos uma comissão permanente e entendemos que a integração entre os colégios era fundamental, assim como a melhoria do trabalho pedagógico e o debate sobre a permanência estudantil. A primeira edição ocorreu em agosto de 2024 e a segunda em fevereiro de 2025. A partir daí, a jornada entrou no calendário dos colégios, sempre antes do início das aulas”, afirma.

Nesta edição, o foco são os currículos integrados, que, segundo a diretora, se tornaram um desafio importante após a reforma do Ensino Médio de 2025. “Também vamos trabalhar mais diretamente a integração dos colégios com os serviços da Universidade, um desdobramento importante do ano passado, além de debater a autoavaliação dentro do processo de avaliação e autorregulação”, completa.

Megid adiantou que, a partir desta edição, há atividades que serão realizadas ao longo do ano, em encontros mensais, “sempre com temas que ampliem a integração entre professores dos colégios e da Universidade”.

Nesta edição da jornada, o foco são os currículos integrado após a reforma do Ensino Médio de 2025
Nesta edição da jornada, o foco são os currículos integrados após a reforma do Ensino Médio de 2025

O professor Arnaldo Pinto Júnior, que representou o reitor Paulo Cesar Montagner na cerimônia de abertura, destacou a importância de iniciativas que promovam o diálogo sobre as práticas docentes. “Criar espaços de encontro e reflexão sobre o currículo e o conhecimento é fundamental para fortalecer a formação pedagógica e a identidade docente, especialmente diante dos desafios contemporâneos.”

O diretor-geral do Cotil, Marcelo Dotti, também enfatizou a aproximação entre os colégios técnicos. “Somos colégios irmãos, com identidades próprias, mas com muito em comum. E a Unicamp é a grande instituição que nos abriga”, afirma. Segundo ele, apesar das especificidades de cada unidade, a integração fortalece o trabalho e amplia as possibilidades de cooperação entre as equipes.

A professora Cíntia Kimie Aihara Nicoletti, diretora associada do Cotuca, apontou a relevância da jornada como espaço de reflexão sobre as práticas pedagógicas. Segundo ela, momentos como esse permitem que os docentes reflitam sobre seu papel como formadores. “Apesar das diferenças entre os colégios, temos muitas semelhanças e podemos avançar juntos”, afirma. “Costumo dizer que podemos ser como um grande formigueiro: se cada um fizer um pouquinho, construiremos algo grande. Com os dois colégios unidos, buscamos excelência enquanto colégios da Unicamp.

Foto de capa:

A Jornada de Formação Pedagógica dos Colégios Técnicos da Unicamp conta com 152 professores inscritos
A Jornada de Formação Pedagógica dos Colégios Técnicos da Unicamp conta com 152 professores inscritos

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Silvia Figueirôa, do Instituto de Geociências, recebe prêmio internacional na França https://unicamp.br/noticias/2026/02/04/silvia-figueiroa-do-instituto-de-geociencias-recebe-premio-internacional-na-franca/ Wed, 04 Feb 2026 14:40:59 +0000 https://unicamp.br/?p=22668 Concedida pelo Comitê Francês de História da Geologia, a honraria é uma das mais importantes da área na Europa

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Geóloga, mestre e doutora em História Social, Silvia Figueirôa, professora do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp, foi agraciada neste ano de 2026 com o prêmio François Ellenberger – um dos mais importantes da área na Europa. Oferecido pelo Comitê Francês de História da Geologia (Cofrhigeo), o prêmio tem como objetivo reconhecer autores de trabalhos marcantes no campo da história da geologia e em disciplinas relacionadas.

Fundado em 1976 pelo geólogo François Ellenbergeer, o Comitê Francês de História da Geologia é uma organização acadêmica dedicada a estudar e a preservar a trajetória das ciências da Terra. A instituição promove a pesquisa histórica e a valorização do patrimônio geológico. Segundo Figueirôa, as relações científicas entre o Brasil e a França no âmbito das ciências da Terra são muito antigas; ocorrem desde o final do século 18.

Docente dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) Multiunidades em Ensino de Ciências e Matemática e em Política Científica e Tecnológica, Figueirôa tem experiência na área de História, com ênfase em História das Ciências, Ensino de Ciências e na temática de arquivos científicos. Atua na graduação e na pós-graduação, orientando pesquisas de iniciação científica, mestrado e doutorado, bem como na supervisão de pós-doutorados.

Apesar de trabalhar com a história da ciência desde os tempos de mestrado, iniciado ainda nos anos de 1980, Figueirôa se disse surpresa com a indicação para o prêmio. Ela conta que, no começo de janeiro, revisitando o computador e se preparando para o início de mais um ano, deparou-se com uma mensagem do Comitê escondida na sua caixa de spam.

“Fui totalmente surpreendida. Jamais imaginei receber essa mensagem”, contou ela. “Eu vi no spam uma mensagem do presidente do comitê, alguém que eu conheço, que é o Pascal Richet, um pesquisador do Instituto de Ciências da Terra lá de Paris, e falei: ué, a mensagem do Richet foi para o spam? Deixa eu ver o que é. Aí resgatei a mensagem e vi que era um comunicado dizendo que eu havia sido escolhida para ganhar o prêmio”, revelou. “Fiquei absolutamente surpresa e emocionada, pois, afinal, era o reconhecimento de mais de 40 anos de trabalho nessa área”, argumentou.

Figueirôa foi pioneira na área no Brasil. A professora conta que nos anos 1980, quando começou a trabalhar com a história das ciências, esta era uma atividade de quem já se encaminhava para o fim da carreira. Mesmo muito jovem – com pouco mais de 25 anos – começou a amadurecer a ideia de estudar a história das ciências no Brasil e percebeu que havia um campo enorme pela frente.

A pesquisadora adentrou o tema pelas instituições científicas. “Naquela época, ameaçava-se fechar o Instituto Geológico de São Paulo, que está hoje na Secretaria do Meio Ambiente – uma instituição do governo de São Paulo, como o Instituto Butantan, o Agronômico e outros. A partir de uma matéria no Jornal do Geólogo, publicado pela Sociedade Brasileira de Geologia, descobri haver um acervo maravilhoso de fotos, de documentos, de relatórios”, relembra. Figueirôa partiu, então, para o mestrado sobre a história da instituição de pesquisa que deu origem ao Instituto Geológico, ao Instituto Geográfico Cartográfico, ao Instituto Florestal, ao Instituto de Botânica e a outros, tornando-se hoje uma referência na área no Brasil. Este ano, ela completa 38 anos como docente na Unicamp.

A professora deve viajar para a França em junho para receber o prêmio, mas vai aproveitar a ocasião para trabalhar. “Tenho algumas pesquisas para fazer lá, porque tenho trabalhado também sobre a Sociedade Geológica Francesa e os membros brasileiros nessa sociedade”, conta.

Foto de capa:

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Acesso de entrada e saída do HC será feito por reconhecimento facial https://unicamp.br/noticias/2026/02/03/acesso-de-entrada-e-saida-do-hc-sera-feito-por-reconhecimento-facial/ Tue, 03 Feb 2026 19:15:07 +0000 https://unicamp.br/?p=22664 Os dispositivos já foram instalados nas portarias de acesso do hospital; acesso ao estacionamento interno também será feito pelo mesmo sistema

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o acesso de funcionários, pacientes e visitantes ao Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp será feito por meio de reconhecimento facial. Os dispositivos de biometria já foram instalados nas portarias de acesso do hospital. O cadastramento facial dos funcionários pode ser feito pelo celular por meio do dispositivo Sualtech ou presencialmente, em pontos físicos específicos definidos e divulgados por e-mail pela Divisão de Recursos Humanos (DRH) e pela Divisão de Serviços Gerais (DSG) do HC da Unicamp.

“Essa iniciativa faz parte das ações para reforçar a segurança, proteger nossos profissionais, pacientes e visitantes e tornar nossos processos ainda mais eficientes”, comenta Elaine Cristina de Ataíde, superintendente do HC.

De acordo com Giovanni Luvizari, supervisor da seção de Serviços de Segurança, Portaria e Recepção da Divisão de Serviços Gerais (DSG) do HC da Unicamp, desde o início dos testes para a instalação da biometria facial no final do ano passado até a primeira quinzena de janeiro de 2026, 1.203 pessoas já fizeram o cadastramento facial, sendo que 693 cadastros foram feitos pelo aplicativo e os demais de forma presencial.

Pacientes e visitantes

Atualmente, o acesso de profissionais, alunos, docentes e prestadores de serviço é realizado por cartão de acesso. Já a entrada de pacientes e seus acompanhantes é realizada por meio de triagem nas portas. Visitantes e acompanhantes de pacientes internados são cadastrados no próprio sistema de visitas.

Com o sistema de biometria facial, espera-se que o fluxo de pessoas aconteça de forma ágil, proporcionando maior comodidade aos usuários, além de aprimorar os registros de acesso e otimizar o serviço dos funcionários que realizam o controle de acesso das pessoas no hospital.

Gledson Kawasaki, coordenador da DSG do HC da Unicamp, informa que todos os pacientes, acompanhantes e visitantes terão, em breve, que realizar o cadastro pelo sistema de biometria para acessar o hospital. O cadastro de pacientes será integrado a um aplicativo de comunicação ainda em desenvolvimento por um grupo de trabalho de TI da Unicamp, chamado Sistema Unicamp de Saúde Integrada (SUSI), que faz parte do sistema de gestão hospitalar AGHUse.

“A previsão é que comecemos a fazer esses cadastros ainda neste primeiro semestre, por etapas. Esta mudança proporcionará maior agilidade nos atendimentos das filas”, explica Gledson.

O sistema de reconhecimento facial usado pelo HC é o mesmo utilizado na Faculdade de Ciências Médicas (FCM), na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), na Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação (FEEC), no Instituto de Geociências (IG), no Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) e na Diretoria Executiva de Tecnologia de Informação e Comunicação (Detic) da Unicamp. O investimento para a aquisição e instalação dos equipamentos foi de R$ 133 mil reais, com recursos do próprio HC.

Estacionamento interno

O atual modelo de controle de acesso ao estacionamento do HC é feito por meio de selo fixado no vidro do veículo. O acesso ao estacionamento interno do HC também será feito por biometria facial. O cadastro será o mesmo adotado nas portarias do hospital. Apenas o controle de autorização de entrada será realizado em dispositivos diferentes. O investimento do HC para o uso de biometria e a automação das cancelas de entrada e saída de veículos foi de R$ 42 mil.

“Com a implementação do sistema de acesso por biometria facial, esperamos garantir que apenas pessoas autorizadas entrem no estacionamento, reduzindo, assim, o risco de acessos indevidos, acidentes, superlotação e uso de locais impróprios como vagas”, reforça Gledson.

Foto de capa:

Acesso de entrada e saída do HC será feito por reconhecimento facial
O cadastramento facial dos funcionários pode ser feito pelo celular por meio do dispositivo Sualtech ou presencialmente, em pontos físicos específicos definidos e divulgados por e-mail

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Victor de Barros Deantoni assume reitoria da PUC-Campinas para período de 2026-2030 https://unicamp.br/noticias/2026/02/03/victor-de-barros-deantoni-assume-reitoria-da-puc-campinas-para-periodo-de-2026-2030/ Tue, 03 Feb 2026 15:03:41 +0000 https://unicamp.br/?p=22658 O reitor da Unicamp, professor Paulo Cesar Montagner, participou na […]

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O reitor da Unicamp, professor Paulo Cesar Montagner, participou na manhã desta segunda-feira (2) da cerimônia de posse do professor Victor de Barros Deantoni como novo reitor da PUC-Campinas. Mestre e doutor em engenharia civil pela Unicamp, Deantoni, de 36 anos, foi empossado no cargo pelo arcebispo metropolitano de Campinas e grão-chanceler da PUC-Campinas, Dom João Inácio Müller. Vai ocupar o cargo no período de 2026 a 2030.

Deantoni substitui o professor Germano Rigacci Júnior, que esteve à frente da administração da Universidade por dois mandatos consecutivos, desde 2018. O professor Ricardo Luís de Freitas, que coordenava a Unidade de Estratégia e Desempenho, tomou posse no cargo de vice-reitor.

Na cerimônia de posse, realizada no Auditório do Campus 1 da PUC-Campinas, Montagner lembrou a longa trajetória de parceria que une a  Unicamp à PUC-Campinas. “Para mim, é uma honra estar aqui representando a Unicamp. São duas instituições parceiras de muitos anos e que têm contribuído fortemente para o desenvolvimento da região”, disse o reitor da Unicamp. Montagner lembrou, por exemplo, o projeto de implementação do HIDS (Hub Internacional de Desenvolvimento Sustentável), que conta com as participações das duas instituições.

“Viemos aqui também para desejar sucesso ao novo reitor e agradecer a grande colaboração construída pela gestão do professor Germano”, acrescentou Montagner.

Na cerimônia de posse, realizada no Auditório do Campus 1, o reitor Paulo Cesar Montagner lembrou a longa trajetória de parceria que une a  Unicamp à PUC-Campinas
Na cerimônia de posse, realizada no Auditório do Campus 1, o reitor Paulo Cesar Montagner lembrou a longa trajetória de parceria que une a  Unicamp à PUC-Campinas

Victor de Barros Deantoni foi pró-reitor de Gestão de Pessoas e Serviços Compartilhados da PUC-Campinas a partir de 2022. Também ocupou a diretoria da Faculdade de Engenharia Civil entre 2018 e 2021 e foi integrador acadêmico de graduação entre 2016 e 2017. Docente do Curso desde 2014, é conselheiro do CREA-SP desde 2020.

Deantoni disse estar orgulhoso pela escolha e prometeu trabalhar em conjunto com a comunidade acadêmica. “Nosso objetivo é usar a educação para ser a ponte que leva a dignidade para toda a comunidade. Essa é nossa missão, e é para ela que conto com cada um de vocês”, afirmou.

No discurso de despedida do cargo, Rigacci Júnior disse acreditar ter trabalhado sob uma diretriz definida oito anos antes. “Naquela época, quando assumi este cargo, aqui mesmo neste auditório, o lema era ‘que brilhe pela fé e pela ciência’”, lembrou. Rigacci ressaltou cinco eixos que, segundo ele, fizeram a marca de sua gestão: inovação e empreendedorismo, sustentabilidade econômica e ambiental, envelhecimento/longevidade, internacionalização e relações humanas mais afetivas.

Presente à cerimônia, o prefeito de Campinas, Dario Saadi, ressaltou a importância da parceria da Administração Municipal com a Universidade, em especial na área da saúde. “Não fosse a PUC, nossa área de atendimento materno-infantil estaria com sérios problemas”, disse o prefeito.

Além do reitor e vice, também tomaram posse os novos pró-reitores, os decanos das escolas, os diretores de unidades e os coordenadores de graduação e pós.

Foto de capa:

A cerimônia de posse do professor Victor de Barros Deantoni como novo reitor da PUC-Campinas aconteceu no campus 1 da Universidade
A cerimônia de posse do professor Victor de Barros Deantoni como novo reitor da PUC-Campinas aconteceu no campus 1 da Universidade

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49,5% dos aprovados no Vestibular Unicamp 2026 vieram do ensino médio público https://unicamp.br/noticias/2026/02/03/495-dos-aprovados-no-vestibular-unicamp-2026-vieram-do-ensino-medio-publico/ Tue, 03 Feb 2026 14:27:29 +0000 https://unicamp.br/?p=22643 A porcentagem representa 1.781 estudantes de um total de 3.600 aprovados na primeira chamada

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O percentual de estudantes que fizeram o ensino médio na rede pública e foram aprovados na Unicamp este ano passou de 46% em 2025 para 49,5% neste ano, o que representa 1.781 estudantes de um total de 3.600 aprovados na primeira chamada, nas diferentes modalidades de ingresso nos cursos de graduação. Os dados foram divulgados pela Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) e consideram as seguintes modalidades: Vestibular Unicamp, Enem-Unicamp, ProFis, Vestibular Indígena e Vagas Olímpicas.

O percentual de estudantes pretos, pardos e indígenas aprovados também subiu, passando de 35,4% em 2025 para 35,7% (1.285 estudantes) em 2026. Já o índice de candidatos isentos de pagar a taxa de inscrição, que pertencem a um perfil de maior vulnerabilidade socioeconômica, manteve-se praticamente igual ao ano anterior, com 12% do total dos aprovados (442), contra 12,5% em 2025. O percentual considera as modalidades Vestibular Unicamp e Enem-Unicamp, para as quais é concedida a isenção da taxa, de acordo com o perfil dos estudantes. Nas modalidades Vagas Olímpicas, Vestibular Indígena e ProFis, as inscrições são gratuitas.

Alguns dados mantiveram-se estáveis, como o número de mulheres aprovadas, que ficou em 45,7% (1.645), praticamente mantendo o índice de 46% do ano anterior. Já os aprovados oriundos de outros estados do Brasil representam 14,7% (529 estudantes) do total na Unicamp em 2026, contra 16% em 2025. Em relação à renda dos candidatos que obtiveram uma vaga na Unicamp este ano, 37,7% (1.358 estudantes) têm renda mensal familiar de até cinco salários mínimos, contra 39,6% no ano anterior.

O diretor da Comvest José Alves de Freitas Filho e a pró-reitora de Graduação Mônica Cotta: garantido o acesso a vários perfis de estudantes
O diretor da Comvest José Alves de Freitas Filho e a pró-reitora de Graduação Mônica Cotta: garantido o acesso a vários perfis de estudantes

No ingresso 2026, a Unicamp adotou pela primeira vez, após aprovação pelo Conselho Universitário, as cotas para pessoas trans. A reserva de vagas foi instituída na modalidade Enem-Unicamp e valeu tanto para estudantes de escolas particulares como públicas. De acordo com a Comvest, na primeira chamada houve 61 pessoas convocadas, para diferentes cursos da Unicamp.

Para a pró-reitora de graduação da Unicamp, Mônica Cotta, os resultados demonstram a articulação entre os diferentes processos de seleção da Universidade, administrados pela Comvest. “Nossas formas de ingresso se mostram muito bem articuladas e consolidadas, na medida em que estão alinhadas tanto com as demandas da sociedade quanto com as politicas de inclusão da Universidade. Estamos ansiosos esperando a chegada dos novos alunos”, disse Mônica Cotta.

O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, destacou que, por meio das diferentes formas de ingresso, fica garantido o acesso de vários perfis de estudantes à Unicamp. “Pelo vestibular, que é a principal forma de ingresso na Unicamp, nota-se que há o acesso de todos os públicos, sejam oriundos de escolas públicas ou privadas. O desenho para o qual o ingresso tem apontado é a convivência dos estudantes de vários perfis no interior da Unicamp. Não há possibilidade de sairmos de uma sociedade altamente polarizada, como a atual, se não for pelo respeito e pelo diálogo entre os diferentes. Nesse sentido, a Unicamp permite, por meio dos seus sistemas de acesso, que tenhamos uma universidade mais diversa e mais complexa e por isso mais enriquecedora para a produção de novos conhecimentos”, disse Freitas Neto.

O estudante Wesley Cassimiro: aprovação expandiu o campo de aprendizagem e experiências
O estudante Wesley Cassimiro: aprovação expandiu o campo de aprendizagem e experiências

Rumo à Medicina

O estudante Wesley Cassimiro, de 20 anos, foi aprovado para uma vaga no curso de Medicina da Unicamp. Ele mora no distrito de São Mateus, zona leste de São Paulo, e conta que ser aprovado carrega muitos significados. “Em primeiro lugar, passar em Medicina em uma das melhores universidades da América Latina já é uma conquista grandiosa. Em segundo, essa aprovação expandiu o meu campo de aprendizagem e experiências, já que vou vivenciar novas oportunidades, participar de diversos projetos e conviver com pessoas de diferentes áreas. Por fim, a aprovação representa uma superação pessoal muito significativa. Ser um homem negro, vindo de um lugar periférico e sempre dependente do esforço pessoal para atingir objetivos maiores na vida é uma coisa muito difícil e conquistar essa vaga na Unicamp me torna um ilustre exemplo de que a educação sempre vence”, disse Wesley.

Wesley afirma que admira o modelo de inclusão da Unicamp, especialmente o Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (PAAIS) e as cotas raciais. “Também acho fundamental as múltiplas opções de auxílios para a permanência e o estímulo ao estudo dos alunos. Tudo isso de forma muito racional e com disciplina. Abrir as portas para pessoas de fora, projetos sociais, possibilidades de intercâmbio e outras incontáveis oportunidades dentro da universidade fomenta a construção de indivíduos conscientes de como o mundo funciona”, afirmou o estudante.

A aluna do curso de Odontologia Larissa Araújo Silva: participante do projeto Cria Unicamp
A aluna do curso de Odontologia Larissa Araújo Silva: participante do projeto Cria Unicamp

Do Cria Unicamp para a sala de aula

A estudante Larissa Araújo Silva, aprovada no curso de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Unicamp, em Piracicaba (FOP), optou pela cota para estudantes pretos e pardos no vestibular. Segundo ela, um dos motivos de ter escolhido a Unicamp foi por considerá-la uma das universidades que mais se preocupam com a qualidade acadêmica e com a inclusão social “A Unicamp tem várias possibilidades de ingresso além do próprio vestibular, como o Provão Paulista, o Enem-Unicamp, o vestibular indígena, entre outros, e isso sempre me cativou muito, principalmente quando descobri sobre as cotas para estudantes pretos, pardos e indígenas”, disse a estudante.

Larissa participou do projeto Cria Unicamp, organizado pela Comvest para interagir com estudantes de ensino médio e contribuir para sua preparação. Lançado em 2023, o projeto está completando três anos e, de acordo com Larissa, auxilia na preparação dos vestibulandos. “A Unicamp realmente se preocupa com você e torce para que você consiga realizar o sonho de fazer uma graduação em uma universidade pública, um direito seu e de todos. Ser vestibulando não é fácil, é cansativo, você se sente pressionado o tempo todo, mas no final vale cada segundo do seu esforço”, comemorou.

Projeto Cria Unicamp em 2026

Para este ano, estão previstas quatro edições do projeto Cria Unicamp, segundo a Comvest, sendo um encontro em 25 de abril, dois encontros em maio e a última edição em 20 de junho. O evento é composto de palestras e aulas gratuitas, realizadas aos sábados, na sede da Comissão de Vestibulares, no campus de Campinas.Asinscrições, realizadas pela página eletrônica da Comvest, estão abertas a estudantes regularmente matriculados no ensino médiode escolaspúblicas e particulares da Região Metropolitana de Campinas (RMC), além de Limeira e Piracicaba, sendo metade das 250 vagas reservadas para alunos da rede particular de ensino e metade para alunos da rede pública.

O projeto conta com a parceria da Secretaria de Comunicação da Unicamp (SEC), que realiza a gravação de todas as aulas e disponibiliza o conteúdo pelo canal do Youtube da Unicamp para estudantes que não podem participar dos encontros presenciais ou que desejam rever as palestras.

Veja a lista de obras de leitura para o Vestibular Unicamp 2027.

Foto de capa:

49,5% dos aprovados no Vestibular Unicamp 2026 vieram do ensino médio público
O percentual de estudantes pretos, pardos e indígenas aprovados também subiu, passando de 35,4% em 2025 para 35,7% (1.285 estudantes) em 2026

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Sistema de Bibliotecas inaugura sala de acesso seguro a dados do Inep https://unicamp.br/noticias/2026/02/02/biblioteca-da-area-de-engenharia-inaugura-sala-de-acesso-seguro-a-dados-do-inep/ Mon, 02 Feb 2026 20:38:32 +0000 https://unicamp.br/?p=22631 A parceria com o instituto representa uma agenda estratégica de ampliação de núcleos em todas as regiões do país

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A Sala do Núcleo de Serviços de Acesso a Dados Protegidos (Sedap) foi inaugurada no Sistema de Bibliotecas da Unicamp nesta segunda-feira (2 de fevereiro). A sala, localizada na Biblioteca da Área de Engenharia e Arquitetura (BAE), é fruto de uma parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e tem como objetivo viabilizar o acesso seguro às bases de dados educacionais do Instituto para pesquisas acadêmicas.

A diretora de Estudos Educacionais do Inep, Maria Teresa Gonzaga Alves, explicou que o serviço será responsável por disciplinar e operacionalizar o acesso às bases de dados produzidas pelo Inep, em conformidade com a legislação vigente, especialmente a Lei de Acesso à Informação e a Lei Geral de Proteção de Dados. “O objetivo é viabilizar o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas e estudos de diversas naturezas, assegurando que esse acesso se dê de forma segura”, afirmou.

Alves destacou que o serviço é destinado a pesquisadores, pessoas físicas e instituições, oferecido em salas seguras e monitoradas, estruturadas para garantir o uso responsável de informações protegidas. “Nos últimos anos, o Sedap passou por um processo consistente de modernização e expansão. A implantação de núcleos em instituições parceiras, como a Unicamp, representa um avanço importante na democratização do acesso aos dados educacionais, ampliando o atendimento à comunidade científica e reduzindo custos logísticos”, ressaltou.

A pró-reitora de Graduação da Unicamp, Mônica Alonso Cota, representando o reitor Paulo Cesar Montagner, destacou a importância do uso de dados qualificados para a gestão universitária e para a formulação de políticas educacionais. “A educação é um campo complexo, que exige análises baseadas em dados seguros e confiáveis. Essa iniciativa fortalece não apenas a pesquisa, mas também a tomada de decisão institucional”, afirmou.

Da esquerda para a direita o assessor da CGU, José Luiz da Costa, a pró-reitora de Graduação, Mônica Cotta. a diretora de Estudos Educacionais do Inep, Maria Teresa Gonzaga Alves e o diretor do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, Oscar Eliel: acesso a dados sensíveis
Da esquerda para a direita o assessor da CGU, José Luiz da Costa, a pró-reitora de Graduação, Mônica Cotta. a diretora de Estudos Educacionais do Inep, Maria Teresa Gonzaga Alves e o diretor do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, Oscar Eliel: acesso a dados sensíveis

Até 2023, o Sedap atendia em média quatro pesquisadores por semana. “Atualmente, esse número chega a cerca de 40 pesquisadores, evidenciando o crescimento da demanda e a relevância dos dados educacionais”, completou Alves, que destacou avanços importantes na infraestrutura das salas, com atualização de softwares, melhoria na organização dos diretórios de pesquisa, ampliação do espaço disponível para projetos e padronização das bases de dados em formatos mais acessíveis.  

“A inauguração na Unicamp integra uma agenda estratégica do Inep, que inclui a ampliação de núcleos em todas as regiões do Brasil, o fortalecimento da infraestrutura tecnológica e o uso de novas ferramentas de apoio à análise e ao gerenciamento dos projetos desenvolvidos no Sedap”, completou Alves, que participou da cerimônia de inauguração representando o presidente do Inep, Manuel Palácios da Cunha e Melo.

O diretor do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU), Oscar Eliel, ressaltou que o Núcleo representa mais do que a entrega de uma infraestrutura física. “Hoje inauguramos não apenas uma sala com mesas, computadores e sistemas. Entregamos uma ponte segura entre o dado bruto educacional e a política pública de qualidade. O acesso a dados sensíveis sempre foi um desafio para pesquisadores e gestores públicos, devido às exigências de segurança e sigilo. O pesquisador, muitas vezes, se via diante de um verdadeiro labirinto técnico para investigar a realidade do país de forma segura. O Sedap surge como resposta a essa demanda ao ser capaz de garantir a privacidade dos cidadãos sem comprometer a qualidade das análises e pesquisas.”

Comunidade universitária terá acesso à sala segura para pesquisa de dados educacionais do Inep
Comunidade universitária terá acesso à sala segura para pesquisa de dados educacionais do Inep

“Termos essa sala inaugurada aqui na Unicamp, por meio do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, é muito gratificante e está a altura de uma Universidade como a nossa. A visão é que este Núcleo que inauguramos hoje seja o berço de estudos de alto impacto, capazes de transformar a realidade das salas de aula e as políticas de educação no Brasil, fazendo com que cada hora de pesquisa se converta em melhoria real na vida de estudantes e professores”, completou Eliel.

O professor José Luiz da Costa, assessor da Coordenadoria-Geral da Unicamp (CGU), ressaltou que a iniciativa reforça a tradição da universidade na produção de conhecimento e no uso responsável de dados. “Celebramos essa iniciativa, que simboliza algo muito relevante para a Universidade: o fortalecimento da pesquisa baseada em evidências, o compromisso com a ciência responsável e o avanço institucional no uso qualificado de informações estratégicas. A Unicamp tem uma trajetória marcada pela excelência científica e por sua contribuição direta ao desenvolvimento nacional.”

Ao final da cerimônia, foi realizado o descerramento da placa inaugural, e os convidados puderam conhecer o novo espaço.

Foto de capa:

Autoridades realizaram o descerramento da placa inaugural
Autoridades realizaram o descerramento da placa inaugural

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Divulgada lista de aprovados em segunda chamada do Vestibular 2026 e Enem-Unicamp e Vagas Olímpicas https://unicamp.br/noticias/2026/02/02/divulgada-lista-de-aprovados-em-segunda-chamada-do-vestibular-2026-e-enem-unicamp-e-vagas-olimpicas/ Mon, 02 Feb 2026 19:14:34 +0000 https://unicamp.br/?p=22626 Matrícula não presencial deve ser feita nos dias 3 e 4 de fevereiro

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A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) está divulgando a lista de convocadosem segunda chamada do Vestibular Unicamp 2026 e das modalidades Enem-Unicamp e Vagas Olímpicas. Os candidatos deverão consultar a lista na página eletrônica da Comvest. Estão sendo convocados 1.080 candidatos no Vestibular, 202 candidatos na modalidade Enem-Unicamp e 78 nas Vagas Olímpicas. Todos deverão realizar sua matrícula não presencial, das 9h  de 3 de fevereiro às 17h  de 4 de fevereiro, exclusivamente pela internet, na página da Comvest, utilizando seu número de inscrição e senha. 

As orientações sobre os procedimentos para a matrícula já estão disponíveis, na aba de cada modalidade na página da Comvest. Importante: candidatos convocados para a matrícula em mais de uma modalidade (nomes em listas diferentes) deverão escolher em qual processo fazer matrícula e efetivá-la usando a senha específica da modalidade, criada no momento daquela inscrição. Os candidatos convocados em primeira opção que não realizarem a matrícula eletrônica ficam excluídos da modalidade.

A terceira chamada do Ingresso Unicamp 2026 será divulgada  em 9 de fevereiro. Estão previstas oito chamadas para o Vestibular Unicamp 2026 e cinco chamadas para as modalidades Enem-Unicamp e Vagas Olímpicas.

Bancas de heteroidentificação

Os candidatos selecionados pelo sistema de cotas étnico-raciais aprovados na segunda chamada, que autorizaram o uso da fotografia como parte do processo de validação pela Comissão de Averiguação e foram validados pelas bancas na etapa inicial do procedimento receberão um e-mail com a indicação de sua validação e instruções para a matrícula. Os candidatos que não autorizaram esse uso, assim como aqueles que não tiveram as fotografias validadas, precisam passar pelas bancas de heteroidentificação, via Google Meet, antes de iniciar o processo de matrícula. Esses candidatosdeverão consultar as orientações (horário e link da banca) na página da Comvest e também receberão as orientações por e-mail.

A validação da autodeclaração apresentada pelos candidatos optantes pelas cotas étnico-raciais somente ocorrerá após a avaliação de fenótipo realizada pela Comissão, ficando a matrícula condicionada à aprovação da Comissão de Averiguação, conforme a resolução GR-074/2020, que instituiu o procedimento de heteroidentificação.

Matrícula em segunda opção

Os candidatos convocados para o curso escolhido como segunda opção deverão realizar a matrícula pela internet e optar ou não por aguardar uma possível vaga para o curso de primeira opção (remanejamento). Candidatos de segunda opção que não fizerem a matrícula pela internet perderão essa vaga (segunda opção), mas continuarão concorrendo ao curso de primeira opção, podendo, assim, serem convocados nas próximas chamadas, de acordo com os critérios de classificação.

Convocação – sistemas de ingresso

Caso um candidato tenha sido convocado no mesmo curso, na mesma chamada, no Vestibular Unicamp 2026 e em outros sistemas de ingresso, a vaga a ser preenchida será a do Vestibular. Caso um candidato tenha sido convocado em cursos diferentes, na mesma chamada, no Vestibular Unicamp e em outro sistema de ingresso, será considerada como opção a matrícula que tenha efetivado primeiro. Caso um candidato inscrito no mesmo curso seja convocado em qualquer sistema e não realize sua matrícula quando for convocado, seu nome será excluído das chamadas nas outras modalidades.

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Cerimônia marca o início das comemorações dos 50 anos da Unesp https://www2.unesp.br/portal#!/noticias/v/id::42072/reconhecimento-da-importancia-da-comunidade-universitaria-marca-cerimonia-dos-50-anos-da-unesp Mon, 02 Feb 2026 13:56:11 +0000 https://unicamp.br/?p=22622 O reitor Paulo Cesar Montagner e o secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação Vahan Agopyan participaram do evento

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Acesse a matéria na íntegra.

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Instituto de Computação emite nota de pesar pelo falecimento da professora Cecília Rubira https://unicamp.br/noticias/2026/01/31/instituto-de-computacao-emite-nota-de-pesar-pelo-falecimento-da-professora-cecilia-rubira/ Sun, 01 Feb 2026 02:09:24 +0000 https://unicamp.br/?p=22612 A docente fez parte do quadro do IC de 1997 a 2025

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Faleceu nesta sexta-feira, dia 30, a professora Cecília Mary Fischer Rubira, do Instituto de Computação (IC) da Unicamp aos 61 anos de idade. A docente fez parte do quadro de professores da Universidade de 1997 a 2025 e, segundo a nota de pesar emitida pelo IC, atuou de forma exemplar e ajudou a construir a história do instituto. Deixou contribuições na área de engenharia de software.

Rubira se formou em graduação de Ciência da Computação na Unicamp em 1986 e, no ano seguinte, já ingressou no mestrado. Na época com 22 anos de idade. Com a conclusão do doutorado na Newcastle University, na Inglaterra, Cecília iniciou a sua trajetória como professora na Unicamp, onde ministrou aulas relacionadas a Engenharia de Software e Análise Orientada a Objetos. Assumiu posições de liderança, como a chefia do Departamento de Sistemas de Informação (DSI) do IC, e também orientou diversos alunos de mestrado e doutorado.

A nota do instituto expressa as condolências aos familiares e amigos de Cecília Rubira.

Acesse a nota de pesar.

Leia matéria sobre a professora publicada no site da Sociedade Brasileira de Computação:

Pesquisadoras brasileiras: a trajetória de Cecília Mary Fischer Rubira na Engenharia de Software

Assista ao podcast Memórias e Histórias produzido pelo IC:

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Morre a linguista Cláudia Theresa Guimarães de Lemos https://unicamp.br/noticias/2026/01/31/morre-a-linguista-claudia-theresa-guimaraes-de-lemos/ Sat, 31 Jan 2026 16:04:51 +0000 https://unicamp.br/?p=22603 Professora aposentada do Departamento de Linguística do IEL da Unicamp será sepultada no Cemitério da Saudade, em Campinas, às 15h30

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A professora aposentada do Departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, Cláudia Theresa Guimarães de Lemos faleceu aos 91 anos de idade. Seu sepultamento ocorrerá neste sábado (31), às 13h30, no Cemitério da Saudade, em Campinas.

Em nota de pesar, o IEL da Unicamp, ressalta a importante contribuição da professora em estudos da fala infantil, aquisição da linguagem e na interseção entre linguística e psicanálise. A nota destaca ainda a participação da docente na história do instituto, desde a fundação, tendo construído um trabalho pioneiro que deu lugar a um rico acervo depositado desde 1990 no Centro de Documentação do IEL.

“A coleção, doada por ela, coordenadora do Projeto de Aquisição da Linguagem Oral, abrange o período entre 1970 e 1988 e é constituída por 253 fitas de rolo e suas respectivas transcrições. O caráter pioneiro do trabalho da professora Cláudia de Lemos se evidenciou também na sua atuação como membro fundadora do Centro de Pesquisa Outrarte, onde participou na criação de um novo campo de investigação dedicado a pensar a linguagem a partir da psicanálise”, destaca o IEL.

“Com seu rigor teórico e sua sensibilidade analítica formou inúmeros estudantes e impactou positivamente a trajetória de colegas de diversas instituições, ganhando o respeito e a admiração daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la. Sua presença marcante deixa imensas saudades. Em 2025, o Conselho Universitário da Unicamp aprovou por unanimidade a concessão à docente do título de Professora Emérita, a mais alta honraria outorgada pela instituição; infelizmente não deu tempo de receber a homenagem em vida”, diz a nota.

Acesse matéria na íntegra publicada pela Fundação Conrado Wessel.

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